Showcases 2019

Anna Ferrer
Video: https://youtu.be/9gTdvuACxm0

 

 

Anna Ferrer: VOZ
Guillem Aguilar CORDAS: (Bajo, mandola)
Dídac Fernández: PERCUSIONES Y SPD
Panxi Badii:  BASES ELECTRÓNICAS

Um projeto de canções próprias que recolhe o caminho musical e pessoal de Anna Ferrer, em que a maioria são canções dos últimos anos mas também inclui letras e uma canção dos seus 14 anos. Anna procura uma sonoridade ligada à terra, natural e próxima das influências folclóricas de Menorca, não tendo por isso posto o foco na formação dos músicos que a acompanham, mas antes na qualidade telúrica dos músicos a nível pessoal, sendo inegável o carácter mediterrânico do grupo. Tel·lúria pretende ser na música o que Anna pretende ser na vida, que passa por uma profundidade, pela conexão com a terra, pela celebração, reflexão, espiritualidade, jogo, amor e sensualidade.


Cuarteto Kare
Video: https://youtu.be/Xdd_K0uvu94

 

 

Integrantes:
Diego Petrelli (1er Tenor, Guitarra y Arreglos)
Julián Cerdán (2do Tenor)
Gianni Iazzetta (Barítono)
Mauricio Cuesta (Bajo)

O grupo vocal masculino Quarteto Karé, oriundo da cidade de Rosário, desde o ano de 2010 que percorre o caminho da música popular. Karé aposta fortemente nas vozes com elaborados arranjos, colocando em primeiro plano a palavra, o recitar, a interpretação da mensagem poética. E por isso, são acompanhados apenas por uma guitarra. Nos anos de intenso trabalho, o quarteto gravou dois discos (“Cantando Karé” em 2012 e “Cuando la lucha es el canto”, em 2016) que foram apresentados em vários pontos do país. Em cada um deles se constrói uma sonoridade própria e reafirma uma procura armónica, timbrica, rítmica e interpretativa do grupo que lhe confere uma personalidade particular, com um som muito próprio. Karé participou nos grandes festivais do seu país, com um reconhecimento especial em cada uma das suas apresentações. Em 2018, apresentou-se no maior palco de Cosquin, onde receberam uma menção especial da organização do festival pela repercussão e aceitação do público.


NAHUEL JOFRÉ
Video: https://youtu.be/tPuMa6QhIAA

 

 

Nahuel Jofré (Voz y guitarrón)
Matías Gorordo (Percusión)
Facundo Merelo (Guitarra y voz)
Ezequiel Sandoval (Guitarra)

NAHUEL JOFRÉ é músico, compositor e cantautor oriundo de San Carlos (Mendonza, Argentina). As suas canções são de raiz folclórica e integram-se no cancioneiro que, penetrando no interior das províncias argentinas, tem vindo a promover o surgimento de músicos da Nova Canção Nacional, da qual é protagonista. Pretende buscar influências no folclore de princípios do século XXI para criar músicas do género canção com uma forte identidade no folclore regional, em comunhão com a música tradicional cuyana, procurando a sua renovação.


Trío Ventana
Video: https://youtu.be/FWf6893S7DA

 

 

Integrantes Trio Ventana:
Nicolás Ibarburu – Guitarra y guitarrón
Hernán Peyrou: Teclado, acordeón y guitarra
Martín Ibarburu: Bombo Legüero, cajón y platos

Trio Ventana é uma banda que integra músicos uruguaios de extensa e notória trajectória no seu país e regiões vizinhas: Nicolás Ibarburu, Martín Ibarburu e Hernán Peyrou. A bateria, a guitarra e os teclados dos irmãos Ibarburu e de Peyrou acompanharam músicos da dimensão de Jaime Roos, Rubén Rada, Fernando Cabrera, Hugo Fattoruso, Spinetta, Luis Salinas, Ana Prada, entre outros. As canções do Trio Ventana viajam entre géneros urbanos como o jazz e o candombe e os géneros folclóricos de origem rural, como milongas e zambas. A banda possui um cunho sonoro particular e acústico. Em 2017 editaram o seu primeiro disco “Amigo Imaginário” em estúdio Vivacce, tendo sido nomeado aos prémios grafitti no Uruguai como “melhor álbum de candombe de fusão”. O disco foi composto no verão de 2017 no Cabo Polonio, um lugar emblemático da costa uruguaia, onde não chegam carros e não há luz eléctrica.


Pulsos del Viento
Video: https://youtu.be/O5Iv9G43ZUg

 

 

Integrantes de la agrupación:
Luis Ramón Alberto Pizarro
Nelson Damián Soto
Ailiñ Huangulen Cariman Mellico

Um trio musical que vive e investiga os géneros folclóricos latino-americanos, centrando-se fundamentalmente na costa peruana e no Norte e litoral argentino. Trazem o seu cunho pessoal em cada canção, respeitando a raiz dos seus géneros e, por sua vez, reapropriando-se deles. Completam o seu estudo e investigação com a dança, promovendo uma apresentação comprometida e integral.


ANA PRADA
Video: https://youtu.be/J-ttbLsHOyE

 

 

A contundente e maravilhosa Ana Prada desenvolveu a sua carreira em poucos anos, mas tempo em que nos foi oferecendo dezenas de noites de música ao lado de grandes nomes da música Uruguaia e argentina como como Liliana Herrero, León Gieco, Jorge e Daniel Drexler, Lisandro Aristimuño, Samantha Navarro ou Fernando Cabrera, com quem partilhou o palco.
Um feliz encontro, em 2006, com o seu amigo e produtor Carlos Casacuberta animou-a a mergulhar na sua própria poesia, enraizada en mundos aparentemente opostos: o rural e o urbano, América e Europa, o mar e a “Terra adentro”, como ela mesma diz. O final da viagem é este álbum “Soy Sola”, editado em 2007, no Uruguai (Girasola) e Argentina (Los años luz) e apresentado com sala cheia em lugares tão emblemáticos como a Zitarrosa de Montevideo ou la Trastienda de Buenos Aires.
Ana Prada com “Soy Sola” mereceu, entre outras coisas, três nomeações aos Prémios Graffiti 2007 (Revelação do ano, melhor artista a solo do ano e melhor produtor do ano para Carlos Casacuberta), uma nomeação aos Prémios Gardel 2007 e foi distinguida pela revista Rolling Stone como álbum revelação 2007. Em 2008, Factoría Autor edita-o em Espanha e Ana Prada começa a dedicar o seu tempo e a sua música aos palcos deste lado do Atlântico na companhia de músicos como Miguel Rodrigañez, Sebastián Merlín, Marina Sorín ou Matías Cella.


Diabo a Sete
Video:  https://youtu.be/fjKYDJunZZQ

 

 

Celso Bento – flautas e gaita-de-foles
Eduardo Murta – baixo eléctrico
Luísa Correia – guitarra
Miguel Cardina – bateria
Pedro Damasceno – bandolim, cavaquinho, concertina e low whistle
Sara Vidal – voz, harpa celta, adufe e pandeireta galega

Diabo a Sete é uma Banda folk portuguesa criada em Coimbra, no ano de 2003. A sua discografia inclui os álbuns Parainfernália (2007) e TarAra (2011). Este último álbum foi “disco Antena 1” e contou com a participação de Carlos Guerreiro, dos Gaiteiros de Lisboa, em dois temas. Foi considerado pelo crítico musical António Pires como um dos melhores álbuns portugueses de 2011.

O grupo é composto por Celso Bento (flautas e gaita de foles), Eduardo Murta (baixo), Hugo Natal da Luz (percussões), Sara Vidal (voz), Julieta Silva (voz, sanfona e concertina), Luísa Correia (guitarra acústica), Miguel Cardina (bateria) e Pedro Damasceno (cavaquinho, bandolim, concertina e flautas).
Em 2006 venceram o concurso nacional Eurofolk, juntamente com os Andarilhos, o que lhes permitiu participar na fase final da prova em Málaga. Têm participado em vários festivais internacionais e nacionais na área da world music.


MARIA JOÃO FURA

Video: https://youtu.be/_xGSYy_rekc

 

 

Maria João Fura – Voz e Guitarra
Diogo Santos – Teclas
André Pimenta – Trombone
Miguel Menezes – Contrabaixo
André Mota -Bateria

A cantautora Alentejana acaba de lançar o seu disco “FURA” com concertos no Teatro do Bairro em Lisboa e na Casa da Música no Porto, onde teve uma excelente recetividade do público destas duas salas emblemáticas. O disco reune 12 canções em português, todas de sua autoria, que Maria João Fura foi apresentando em concertos a solo e em quinteto, ao longo dos últimos seis anos. Se a maioria das vezes as canções parecem ter voz de mulher, podem também transfigurar-se em pele de qualquer um, ao abordar o quotidiano atual com ironia. Numa sonoridade multifacetada, as suas fortes melodias tecidas por vários estados de alma, desenvolvem-se numa ambiencia que viaja entre a Bossa-Nova, o Pop-Eletroacústico, o Cool Jazz e a World Music. A sua autenticidade tem merecido o reconhecimento do público em concertos em Portugal, Açores e Brasil, bem como do meio musical, tendo sido selecionada para os prémios Zeca Afonso e Ary dos Santos, com duas canções que estão agora neste disco.


SEIVA

Video: https://youtu.be/YZ1wXt-dn04

 

 

 

Joana Negrão: Voz, Adufe, Pandeireta, Gaitas Portuguesas;
Vasco Ribeiro Casais: Braguesa, Gaitas Portuguesas, Bouzouki Português, percussões;
Rita Nóvoa : Percussões
Gonçalo Moniz – Técnico de Som

Seiva é folk de identidade portuguesa a mostrar a sua força vital. A misturar a oralidade rural e a urbanidade. Seiva é olhar para dentro para procurar uma raiz cultural e musical e encontrar alma portuguesa nas canções de trabalho, nas romarias, nos adufes e pandeiros, nas canções de fé, na força dos bombos que fazem o coração bater mais forte. Nos ritmos que o tempo ainda não perdeu mas que se foi esquecendo. Sentir essa essência na viola braguesa, no cavaquinho, nas gaitas de fole mas também, no olhar em frente e no desbravar de novos caminhos, misturando electrónica e electricidade sem pudores nem purismos. A nutrir o presente com o vigor do passado para abraçar o futuro. E lembrar que tudo isto é emoção portuguesa mas, nem tudo isto é triste e é muito mais que Fado. Tudo isto é Seiva.


ZANGUIZARRA

Video: https://www.facebook.com/zanguizarra/videos/893470024035834/

 

 

Joana Ricardo – Voz / Ambientes
Andreia do Carmo – Voz
António Candeias – Guitarra Clássica
António Valente – Cavaquinho Tradicional Português e Brasileiro / Viola Campaniça
Paulo Parreira – Contrabaixo
Paulo Silva ­- Acordeão Ricardo Nepomuceno – Bateria e percussões

ZANGUIZARRA, nasce de uma sonoridade de incontornável atualização da música popular portuguesa pela fusão com a música lusófona. Neste processo não perde, no entanto, o carácter muito próprio da melodiosa alma lusa, com marcas tanto do universo rural português como bebendo de um sensual aroma das culturas Brasileira e Africana. É a relação destes elementos que conserva a essência da musica portuguesa.

Os ritmos e ambientes do repertório, tais como a morna ou a bossa nova, dão o tempero perfeito, recuperando as influências que a música portuguesa foi recebendo de vários cantos do mundo. Nasce assim este projecto no verão de 2013, pelo reencontro de amigos de longa data, unidos pela valorização da música tradicional portuguesa.


MAGANO

Video: https://youtu.be/EVmpvxQIpCM

 

 

Francisco Brito – Contrabaixo
Nuno Ramos – Voz e guitarra
Sofia Ramos – Voz e percussões

Há quatro anos, a paixão pelo Cante Alentejano uniu três músicos: Sofia Ramos, Nuno Ramos e Francisco Brito, cada um com as suas influências e referências musicais próprias. Juntos, chamam-se Magano e dão uma nova expressividade a esta música que é Património Cultural Imaterial da Humanidade. Depois de um primeiro EP muito bem recebido, inauguram hoje um novo capítulo.


MARAFONA

Video: https://youtu.be/rEXgh_7qRBY

 

 

Artur Serra – voz, adufe e berimbau
Gonçalo Almeida – guitarra portuguesa, cavaquinho, campaniça, trancanholas
Daniel Sousa – guitarra clássica
Cláudio Cruz – contrabaixo
Ian Carlo Mendoza – percussões

Marafona assenta na procura de um rumo imaginário para a música popular portuguesa, inspirando-se na criação popular, para a reinventar com os novos sons da globalização.

Contadoras de histórias, as canções são quase visuais, com uma diversidade tímbrica de instrumentos acústicos e de influências musicais, que fazem deste quinteto uma sonoridade muito própria e característica no panorama musical português.


Susana Travassos
Video:  https://youtu.be/jaOtpzo1mNU

 

 

Susana Travassos – Voz
Jow Ferreira – Guitarra
Giovanni Barbieri – Piano
Bruno Silva – Viola
Hugo Fernandes – Violoncelo
Maria João – Violino
Francesco Valente – Contrabaixo
Sebastian Scherrif – percussão

A cantora portuguesa Susana Travassos, conquistou nos últimos anos um espaço de prestígio na América Latina, onde conquistou público, ganhou admiradores e respeito por parte da imprensa. Durante o período que viveu no Brasil, atuou com músicos como Chico César, Yamandu Costa, Zeca Baleiro, Chico Saraiva, Chico Pinheiro e Toninho Horta. Susana Travassos apresenta agora o seu terceiro CD “Pássaro Palavra”, o seu primeiro trabalho autoral gravado em Buenos Aires, que conta com composições próprias e canções inéditas de Luísa Sobral, Melody Gardot e Mili Vizcaíno.

Com a sua sonoridade contemporânea, uma identidade própria que se une ao fado, à música latino-americana e ao tango, todas as influências de Susana são transformadas por uma linguagem do jazz universal. Um CD que revela a sua maturidade artística e que a coloca entre os principais cantores portugueses da sua geração.


CAROLINA ARAOZ
Video: https://youtu.be/5cVDJ8XV-tU

 

 

Saxofonista e cantautora, Carolina Araoz combina elementos do jazz, pop e música do Peru, resultando numa sonoridade fresca, alegre e cheia de sentimento. Estudou jazz na University of Noth Texas (EUA) e agora está a concluir um mestrado em Berklee Valencia (Espanha). Nesta ocasião apresentará um espectáculo onde o público poderá conhecer múltiplas cores e texturas do Peru, com melodias que o farão cantar, rir e participar!


Caña Dulce y Caña Brava
Video:  https://youtu.be/ea43bmyMBm8

 

 

Adriana Cao Romero Alcalá: Arpa y voz

Raquel Palacios Vega: Jarana y voz

Violeta Romero Granados:  Jarana, voz y zapateado

Anna Sylvia Arismendez: Guitarra Leona y voz

Alejandro Loredo Ramírez : Requinto y jarana de arco

Caña Dulce y Caña Brava oferece um espectáculo onde se expõe a música, lírica e traje tradicionais de Veracruz (México), interpretado por artistas mexicanos – na sua maioria mulheres, herdeiros e executantes excepcionais com uma larga trajectória por cenários nacionais e internacionais. Utilizando instrumentos tradicionais como a harpa, a jarana, o requinto jarocho, a guitarra leona, a quijada e a tarima, este projecto brinda o espectador com um leque de cores, matizes e texturas sonoras, que enriquecem a música mexicana. Reinventando novas formas de interpretação do son jarocho, cativam diversos públicos com um espectáculo que convida o espectador a participar e a desfrutar desta festa musical.


JUANJO CORBALÁN
Video: https://youtu.be/rKzphi1lHuw

 

 

Batería: Sebastián Ramírez

Piano: Víctor Álvarez

Saxo Alto: Lara Barreto

Arpa paraguaya: Juanjo Corbalán

Harpista e compositor paraguaio, ganhou vários prémios como melhor intérprete em importantes festivais do seu país, de entre os quais se destacam o Festival de Takuare’é e o Festival Paraguayhaicha. Na sua permanente busca de inovação e adaptação da música paraguaia aos tempos atuais, tem estudado e aperfeiçoado com o Mestre Nicolás Caballero, integrando a sua linguagem musical e as suas técnicas de execução. Juanjo apresentou-se em vários palcos internacionais: Argentina, Brasil, Chile, Inglaterra, Escócia, País de Gales, França, Alemanha, Espanha, Polónia, Sérvia e Hungria. Atualmente lidera o seu projeto instrumental “Juanjo Corbalán Cuarteto”.

O projeto reúne e resgata sonoridades da música instrumental paraguaia, combinando vários elementos dos ritmos tradicionais da música instrumental paraguaia, latino-americana e influências jazzísticas, incorporando-os, desta forma, ao instrumento folclórico do Paraguai, como a harpa, dentro de um contexto musical mais livre. Integram este grupo Esteban Godoy no piano eléctrico, Seba Ramírez na bateria, Lara Barreto no Saxofone alto e Juanjo Corbalan na harpa.


Segueme-à Capela

Video: https://youtu.be/JLY5VDrjzdc

 

 

Ananda Fernandes . voz
Catarina Moura . voz e adufe
Joana Dourado . voz e adufe
Mila Bom . voz e adufe
Margarida Pinheiro . voz e adufe
Maria João Pinheiro . voz e adufe
Sílvia Franklim . voz e adufe
Quiné Teles . percussão

Segue-me à Capela é um colectivo de sete mulheres que trabalha a música tradicional portuguesa numa perspectiva contemporânea, usando a voz como principal instrumento. a percussão e alguns elementos cénicos reforçam os climas gerados a partir do canto. O grupo existe desde 1999, realizou inúmeros concertos em Portugal e no estrangeiro, colaborou com vários artistas, designadamente em discos e concertos, tendo editado em 2004 o seu primeiro CD e, no final de 2015, o CD- livro San’Joanices, Paganices e Outras Coisas de Mulher.


XOSE LOIS & ALIBORIA
Video: https://youtu.be/Ge9Uu8SeGDE

 

 

Xosé Lois Romero Cajigal: Percusión.
Mariana Montero Ponte: Percusión y voz.
Jesús Antonio Prado Botana: Percusión.
Jorge García Rubio: Percusión.
Ramón Dopico Graña: Percusión.
Alejandra Montero Ramos:  Percusión y voz.
Andrea Montero Ramos:  Percusión y voz.
María Montero Ramos:  Percusión y voz.
Ana Belén Tajes García:  Percusión y voz.
Noa Migal Filgueiras:  Percusión y voz.

Xosé Lois Romero é uma referência incontornável do renascimento da música popular galega das últimas décadas. Reconhecido acordeonista, percussionista e compositor formado no seio da música tradicional, tem colaborado com alguns dos artistas e projectos mais influentes da Galiza. Apresenta-se juntamente com Aliboria, um colectivo de jovens músicos galegos com quem reinventa os cantos e ritmos ancestrais da Galiza, combinando as potentes vozes das suas cantoras com inovadoras harmonias e surpreendentes arranjos para percussão tradicional. Um projecto cheio de força, essência e terra.

Os membros de Aliboria representam uma nova geração de músicos com um profundo conhecimento do seu folclore e uma grande qualidade técnica, uma equipa perfeita para dar um novo passo adiante na evolução da música popular galega, que está a viver o seu momento máis fértil e em contínuo processo de actualização.


Banda Da Catraia

Video: https://youtu.be/_3As7dD9TTA

 

 

Inês Bernardo – Voz
Ricardo Silva – Guitarra Portuguesa
Paulo Bernardino – Clarinetes
Rui Amado – Violas
Adelino Oliveira – Contrabaixo
João Maneta –  Bateria e Percussões

Sexteto que apresenta música pop, claramente enraizada na tradição musical portuguesa. Usamos a Voz, Guitarra Portuguesa, Viola Campaniça, Viola, Clarinete, Clarinete popular, Harmónio, Contrabaixo e percussões. A Catraia é um personagem fictício que tem todas as idades entre 12 e 21 anos. As canções ilustram a sua vida.


Betsayda Machado

Video: https://youtu.be/6MTNoguE34s

 

 

Betsayda Machado – Canto
Ote Gómez -Canto
Oscar Ruiz -Canto
Nereida Machado – Canto y baile
Youse Cardozo – Percusión / Conga – quitiplás – culo e puya – laures
Asterio Betancourt – Percusión / Quinto – quitiplás – culo e puya – paila
Nelson Gómez – Percusión / pujao – quitiplás – culo e puya – cumaco / danza
Blanca Castillo – Percusión / Furro

Betsayda Machado é a voz da Venezuela. Criada em El Clavo, uma localidade na região Barlovento, as suas gravações rurais com os seus amigos de infância “Parranda El Clavo”, despertaram um novo interesse pelo ‘Tambor’ Afrovenezuelano, género frenético de percussão e canto, que leva a flutuar a quem o baila. Aquando a sua estreia em Nova Iorque em Janeiro de 2017, Jon Pareles do New York Times referiu-se a Betsayda y la Parranda como: “O tipo de grupo que os amantes da world music se emocionam ao descobrir: Vital, com traectória, local, acústico e de raízes autóctonas”. Juntamente com a La Parranda, Betsayda celebra o 30º aniversário da formação com uma série de concertos e residências.


MÚSICAS AFORTUNADAS

Video: https://youtu.be/7U6MjncqWeA

 

 

Antonio Navarro (voz)

Juanjo Fernández (piano)

Hilario Rodeiro (bateria)

Pau Lligadas (contrabajo)

Músicas Afortunadas contextualiza a música popular das Canárias para aproximá-la ao jazz e à música moderna. A diversidade e a riqueza do folclore presente nas sete ilhas do arquipélago permitem dispor de uma grande variedade de sonoridades, de onde parte para um novo processo criativo. Um projecto de sete canções, que têm como ponto de partida uma canção tradicional de cada uma das ilhas para, através de algum dos seus elementos mais característicos, converte-la numa nova canção. Desta maneira a “danza del Trigo” de La Palma, o “tajaraste gomero”, o tango “herreño”, as “endechas” da Gran Canária, o tango da Florida de Tenerife, os “ranchos de ánimas” de Fuerteventura e o “sorodongo” de Lanzarote servem de inspiração para as novas canções deste projecto. Músicas Afortunadas procura compreender as características que tornam reconhecida a música tradicional do arquipélago e tenta reproduzi-las através da criação de novas músicas. Por isto, a sua sonoridade é nova, mas, de alguma maneira, torna-se familiar.

x